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Disputa ao Senado no Tocantins já soma R$ 11,5 milhões em despesas

Levantamento na segunda, 28, mostra 13 candidaturas com gastos muito desiguais; Eduardo Gomes lidera com quase R$ 3 milhões.

Redação POLITICA.TO30 de set. de 2026 · 20h342 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Disputa ao Senado no Tocantins já soma R$ 11,5 milhões em despesas
Túllio F (CC BY-SA 4.0) via Wikimedia Commons

A corrida pelas duas vagas do Tocantins no Senado totaliza R$ 11.500.366,40 em despesas declaradas na consulta feita nesta segunda, 28.

Dos 13 candidatos analisados, Eduardo Gomes registra a maior despesa: R$ 2.951.177,62, seguido por Alexandre Guimarães (R$ 2.255.312,41) e Ronaldo Dimas (R$ 1.705.296,50).

Eduardo Gomes declarou R$ 750 mil em serviços prestados por terceiros (25,41% do total), R$ 483.407,50 em materiais impressos, R$ 400 mil em serviços advocatícios, R$ 300 mil em evento de promoção, R$ 212 mil em produção de rádio/TV/vídeo, R$ 200 mil em serviços contábeis e R$ 150.456,51 em militância e mobilização de rua.

Alexandre Guimarães gastou R$ 566.135 em publicidade impressa (25,10% do total), R$ 538.960 em serviços prestados por terceiros, R$ 361.088,90 em adesivos, R$ 232 mil com pessoal, R$ 300 mil em serviços jurídicos e contábeis e R$ 97.240 em impulsionamento nas redes.

Ronaldo Dimas declarou R$ 695.500 como doação financeira a outro candidato ou partido (mais de 40% do total), R$ 306.173,50 em serviços por terceiros, R$ 162.930 em materiais impressos, R$ 129.180 em produção de rádio/TV/vídeo, R$ 100 mil em contabilidade e R$ 92.121 com pessoal.

Carlos Gaguim aparece com R$ 1.475.551,20 — R$ 358 mil em serviços por terceiros, R$ 311.660,90 em adesivos, R$ 243.100 em folha de pessoal, R$ 230 mil em serviços advocatícios e R$ 120 mil em impulsionamento.

Eli Borges declarou R$ 1.218.875,78, com R$ 331 mil em serviços prestados por terceiros, R$ 300 mil em serviços advocatícios, R$ 140 mil em militância, R$ 122,5 mil em veículos e R$ 101 mil em materiais impressos.

Paulo Mourão registra R$ 1.067.190,81, com R$ 184 mil em serviços por terceiros, R$ 151,4 mil em adesivos, R$ 130.440 em produção de rádio/TV/vídeo, R$ 100 mil em serviços advocatícios, R$ 100 mil em serviços próprios por terceiros e R$ 91 mil com pessoal.

Vanderlei Luxemburgo declarou R$ 744.751, dos quais R$ 574.760,30 (77,17%) foram para impulsionamento de conteúdo nas redes; materiais impressos somam R$ 57.035,20 e serviços advocatícios R$ 40 mil.

Na outra ponta, Fábio Ribeiro declarou R$ 56.155,60 (R$ 18.140 em materiais impressos); Professor Osvaldo R$ 20.002; Apóstolo Flávio Braga R$ 6.053,48 (R$ 4.136,16 em impulsionamento); Coronel Nilton Santos, Hélio Rodrigues Bolsonaro e Osvany Luz não tinham despesas lançadas no momento da consulta.

R$ 11.500.366,40 — soma das despesas declaradas pelas 13 candidaturas

R$ 2.951.177,62 — gasto declarado por Eduardo Gomes

R$ 2.255.312,41 — gasto declarado por Alexandre Guimarães

Os valores retratam o que constava nas prestações de contas no momento da consulta; as receitas e despesas ficam disponíveis no sistema do TSE e recebem atualizações periódicas. Com duas cadeiras do Tocantins em disputa em 2026, os dados podem mudar até o fechamento definitivo das contas.