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Free Flow chega ao Centro-Oeste com cinco pórticos na BR-060/364

Equipamentos operam desde 7 de setembro entre Rio Verde (GO) e Rondonópolis (MT); concessão prevê bilhões em investimentos.

Redação POLITICA.TO20 de set. de 2026 · 06h027 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Free Flow chega ao Centro-Oeste com cinco pórticos na BR-060/364
Gerd Fahrenhorst (CC BY 4.0) via Wikimedia Commons

Free Flow começou a operar cinco pórticos na BR-060/364 em 7 de setembro, no trecho de 490,6 km entre Rio Verde (GO) e Rondonópolis (MT), sob a Rota Agro MT-GO.

A concessão prevê R$ 4,4 bilhões em investimentos e R$ 2,8 bilhões em custos operacionais ao longo de 30 anos.

As tarifas para automóveis variam de R$ 12,90 a R$ 17,80; motocicletas são isentas; usuários com tag têm desconto automático de 5%; motoristas sem tag podem pagar a tarifa em até 30 dias.

O governo suspendeu em abril 3,4 milhões de autuações por falta de pagamento no Free Flow e abriu prazo de 200 dias para regularização, além de medidas para integrar sistemas e facilitar consulta das passagens.

O Free Flow já é usado em trechos administrados pela Rota Verde Goiás (BR‑060 e BR‑452); usuários podem consultar e pagar passagens pela placa pela plataforma Pedágio Eletrônico, sem contratar tag.

490,6 km — trecho entre Rio Verde (GO) e Rondonópolis (MT)

R$ 4,4 bilhões — investimentos previstos na concessão

R$ 2,8 bilhões — custos operacionais previstos em 30 anos

R$ 12,90–17,80 — tarifas para automóveis

30 dias — prazo para pagamento posterior da tarifa

3,4 milhões — autuações suspensas em abril

200 dias — prazo aberto para regularização

98%/95%/99% — disponibilidade mínima, índice de leitura de placas e confiabilidade mínima exigidos na regulamentação federal

"A cancela cumpria também uma função financeira: no Free Flow essa lógica muda completamente", afirmou Pedro Hermano, CEO do Pedágio Eletrônico, defendendo que a cobrança precisa ser processada, apresentada ao usuário e oferecida em jornada simples de pagamento.

O próximo passo é a regularização dos débitos dentro do prazo de 200 dias e a integração entre leitores de placas, concessionárias e plataformas de pagamento para evitar inadimplência e autuações.