Levantamento de outubro mostra queda nas votações de líderes evangélicos
Comparação com eleições anteriores registra perdas grandes para nomes como Otoni de Paula e Marco Feliciano.

Levantamento publicado em 5 de outubro de 2026, atualizado em 7 de outubro, mostra queda nas votações de vários candidatos evangélicos.
O segundo turno, marcado para 25 de outubro, vai medir novamente o peso desse eleitorado.
No Rio de Janeiro, o deputado Otoni de Paula teve 19.364 votos e terminou como suplente; em 2022 recebeu 158.507 e em 2018, 120.498 — redução de mais de 87% em relação à eleição passada.
Em Pernambuco, o pastor Eurico obteve 11.257 votos e não se elegeu; ele teve 100.811 votos em 2022, 125.025 em 2018 e 233.762 em 2014.
O pastor Marco Feliciano (São Paulo) foi reeleito com 122.119 votos, ficando em 37º entre os 70 eleitos; em 2022 recebeu 220.595 e em 2018, 239.784, queda de cerca de 44,6% frente a 2022.
Silas Câmara (Amazonas) registrou 93.497 votos, ante 125.068 em 2022.
O pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) foi reeleito com 77.584 votos.
O Sargento Isidório (Bahia) foi o mais votado do estado, com 248.147 votos, abaixo dos 323.264 de 2018 e acima dos 77.164 de 2022.
Marcelo Crivella (Republicanos) recebeu 539.598 votos para o Senado no Rio de Janeiro e não foi eleito.
O levantamento é um recorte editorial, não um cadastro oficial do Tribunal Superior Eleitoral, e coloca dúvida sobre se o voto evangélico ainda segue automaticamente a indicação do púlpito.