Oito candidatos do Tocantins têm contas rejeitadas ou irregulares no TCE
A lista inclui deputados estaduais e federais, com variação entre parecer prévio pela rejeição e contas julgadas irregulares.

Oito candidatos do Tocantins às eleições de 2026 constam na base do TCE por contas rejeitadas ou julgadas irregulares.
A presença na relação não determina inelegibilidade; a Justiça Eleitoral fará a análise final conforme decisões e circunstâncias de cada processo.
O ex-prefeito de São Sebastião Adriano Rodrigues de Moraes, o Professor Adriano (União), aparece quatro vezes: processos 11528/2020, 5805/2022, 3739/2023 e 5879/2024, todos com parecer prévio pela rejeição; ele disputa deputado estadual.
Alessandro Gonçalves Borges (PSDB), ex-prefeito de Muricilândia, tem três processos — 5906/2022, 3809/2023 e 5951/2024 — todos com parecer prévio pela rejeição; concorre a deputado estadual.
Carlos Amastha (Podemos), ex-prefeito de Palmas, aparece em dois processos, 3707/2014 e 4249/2015, ambos com parecer prévio pela rejeição; disputa deputado estadual.
José Salomão (PT), ex-prefeito de Dianópolis, surge no processo 3749/2023 com parecer prévio pela rejeição; concorre a deputado federal.
Paulo Roberto Gomes Ferreira, o Paulo Baré (Podemos), ex-vereador de Tagatinga e candidato a deputado federal, consta no processo 34/2015 como contas julgadas irregulares; a decisão é de 17 de dezembro de 2021 e há ação de revisão em andamento.
Josemar Carlos Casarin, o Ksarin (Podemos), ex-prefeito de Colinas, aparece no processo 5839/2022 com parecer prévio pela rejeição; disputa deputado estadual.
Muniz Araújo Pereira (União), ex-prefeito de Tocantínia e candidato a primeiro suplente, tem três registros: 5280/2016, 5074/2017 e 4307/2015, todos com parecer prévio pela rejeição.
Virgílio da Silva Azevedo (Solidariedade), ex-vereador e ex-candidato a prefeito em Paraíso, aparece no processo 1856/2013 como contas julgadas irregulares; a decisão é de 18 de novembro de 2019; concorre a deputado estadual.
O TCE distingue parecer prévio pela rejeição e contas julgadas irregulares; as classificações na base representam situações distintas que exigem análise caso a caso pela Justiça Eleitoral.
8 candidatos — total listado na base do TCE do Tocantins
4 processos — Professor Adriano (11528/2020; 5805/2022; 3739/2023; 5879/2024)
3 processos — Alessandro Gonçalves Borges (5906/2022; 3809/2023; 5951/2024)
3 processos — Muniz Araújo Pereira (5280/2016; 5074/2017; 4307/2015)
2 processos — Carlos Amastha (3707/2014; 4249/2015)
17/12/2021 — data da decisão registrada no processo 34/2015 de Paulo Baré; há ação de revisão
18/11/2019 — data da decisão registrada no processo 1856/2013 de Virgílio da Silva Azevedo
A Justiça Eleitoral avaliará a elegibilidade de cada candidato à medida que as decisões e os recursos forem enfrentados nos processos eleitorais.