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Palmas lança mapeamento participativo de ribeirinhos e pescadores artesanais

Formulário foi apresentado em 18 de agosto e está disponível online; objetivo é mapear perfil, territórios e necessidades

Redação POLITICA.TO21 de set. de 2026 · 15h320 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Palmas lança mapeamento participativo de ribeirinhos e pescadores artesanais
Reprodução: folhadepalmas.com.br

Palmas lançou nesta sexta, 18, o Mapeamento Participativo dos Povos e Comunidades Tradicionais Ribeirinhas e Pescadores Artesanais.

Com os dados, a prefeitura pretende construir um diagnóstico preciso e estabelecer diálogo permanente com essas comunidades, segundo a secretaria responsável.

A apresentação do formulário ocorreu na sala de reuniões da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedes), com líderes de associações e colônias de pesca presentes.

A ação é da Secretaria Extraordinária de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh), em parceria com o Instituto Estadual de Povos e Comunidades Tradicionais do Tocantins, a Rede de Povos e Comunidades Tradicionais, a Colônia de Pescadores Z10 de Palmas e a Associação dos Pescadores Profissionais do Estado do Tocantins (Appet).

Podem responder pessoas que se reconheçam como ribeirinhas e/ou pescadoras artesanais, inclusive quem mantenha vínculos culturais, sociais, econômicos ou territoriais com os rios de Palmas.

O formulário já está disponível on-line para preenchimento pela população.

Joelson Soares, secretário da Seirdh, disse que o mapeamento permitirá identificar quem são essas pessoas, onde estão, seus modos de vida e necessidades.

João Bosco Campos, coordenador da Rede de PCTs, afirmou que Palmas tem oito segmentos de povos e comunidades tradicionais e que o mapeamento tira esses grupos da invisibilidade.

Thalyta Gomes de Sousa, advogada e ativista da pesca artesanal, ressaltou a necessidade de articulação entre esferas do poder público para transformar dados em medidas efetivas.

José Wilson Pereira, pescador, destacou a importância da participação das próprias comunidades e do diálogo com outros órgãos públicos.

18 de agosto — data do lançamento

oito segmentos — número de povos e comunidades tradicionais citados em Palmas