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Pesquisas de 3 de outubro mostram líderes claros em cinco estados

Levantamentos Quaest e Datafolha registram vantagem de Tarcísio (SP), Paes (RJ), Cleitinho (MG), Raquel Lyra (PE) e Celina Leão (DF).

Redação POLITICA.TO4 de out. de 2026 · 04h052 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Pesquisas de 3 de outubro mostram líderes claros em cinco estados
Reprodução: noticiadotocantins.com.br

Pesquisas de 3 de outubro de 2026 apontam líderes nas disputas estaduais em São Paulo, Rio, Minas, Pernambuco e Distrito Federal.

Em São Paulo, Quaest e Datafolha dão Tarcísio de Freitas com 60% dos votos válidos; Fernando Haddad tem 36% na Quaest e 35% na Datafolha.

No Rio de Janeiro, a Quaest mostra Eduardo Paes com 49% dos votos válidos contra 40% de Marcelo Freixo; o Datafolha aponta Paes com 46% e Freixo com 38% nos votos totais.

Em Minas Gerais, Cleitinho Azevedo lidera com 54% na Quaest e 53% no Datafolha; Patrus Ananias e Alexandre Kalil ficam com percentuais bem menores.

Em Pernambuco, a Quaest registra Raquel Lyra com 52% e João Campos com 47% dos votos válidos; o Datafolha aponta Lyra com 49% e Campos com 48%.

No Distrito Federal, Celina Leão aparece com 53% dos votos válidos na Quaest; Leandro Grass tem 32% e Paula Belmonte 10%.

As pesquisas servem como termômetro das preferências regionais e ajudam a projetar desdobramentos para um eventual segundo turno.

Com a aproximação do primeiro turno, as campanhas podem ajustar estratégias para conquistar indecisos e ampliar bases nas regiões-chave.

60% — Tarcísio de Freitas, São Paulo (Quaest e Datafolha)

36% / 35% — Fernando Haddad, São Paulo (Quaest / Datafolha)

49% / 46% — Eduardo Paes, Rio de Janeiro (Quaest / Datafolha)

40% / 38% — Marcelo Freixo, Rio de Janeiro (Quaest / Datafolha)

54% / 53% — Cleitinho Azevedo, Minas Gerais (Quaest / Datafolha)

52% / 49% — Raquel Lyra, Pernambuco (Quaest / Datafolha)

47% / 48% — João Campos, Pernambuco (Quaest / Datafolha)

53% — Celina Leão, Distrito Federal (Quaest)

O próximo passo são os movimentos de campanha até o primeiro turno, quando as coligações e estratégias poderão ser reajustadas conforme evolução das intenções de voto.