Segundo turno reacende atos e cobrança às bases em 11 de outubro
Ato na Avenida Paulista com Lula e mobilizações em outras cidades mostram participação crescente; aliados de Flávio pediram mais empenho em São Paulo.

O segundo turno reacendeu a mobilização: atos nas ruas em 11 de outubro aumentaram a presença pública na disputa.
No dia 11 de outubro, Lula participou de um ato na Avenida Paulista; apoiadores organizaram atividades em outras cidades.
No mesmo dia, Flávio Bolsonaro pediu empenho em encontro realizado em São Paulo; Tarcísio de Freitas cobrou participação das lideranças locais.
Ricardo Nunes pediu a retomada de comitês, a distribuição de adesivos e a realização de bandeiraços para reforçar a campanha presencial.
O primeiro turno ofereceu um resultado concreto que obriga campanhas a se reorganizar: quem esperava situação confortável pode precisar de esforço adicional; quem saiu na frente precisa sustentar a posição.
Deputados e senadores já eleitos e algumas eleições estaduais encerradas podem reduzir a atividade de equipes que apoiavam a candidatura presidencial.
O artigo cita o estudo Anxiety, Enthusiasm, and the Vote, de George E. Marcus e Michael B. MacKuen, para explicar que ansiedade e entusiasmo afetam atenção e envolvimento do eleitor.
Resta observar se a presença nas ruas se traduz em conversas e alcance fora dos atos e se as estruturas de mobilização mantêm intensidade até o segundo turno.