Só 25% dos planos do 2º turno têm metas concretas de saneamento
Entre 12 candidatos, drenagem aparece em 92% dos planos; marco legal exige 99% água e 90% esgoto até 2033

Dos 12 candidatos que vão ao segundo turno, apenas 25% dos planos trazem metas tangíveis de saneamento.
O segundo turno será em 25 de outubro e o Marco Legal do Saneamento fixa 2033 como prazo para chegar a 99% de água e 90% de coleta de esgoto.
O levantamento do Instituto Trata Brasil com a GO Associados classificou 3 planos como abrangentes, 8 como transversais e 1 como superficial.
Drenagem e universalização aparecem em 92% dos planos; metas tangíveis em 25%; governança em 17%.
No Brasil, o acesso à água foi de 84,1% e à coleta de esgoto, 56,7% em 2024, dados do SINISA.
No Tocantins, as duas candidaturas têm planos classificados como transversais; o estado registra 84,23% com água, 37,02% com coleta e 35,33% de esgoto tratado.
O estado investiu em média R$ 157,09 por habitante em saneamento nos últimos cinco anos.
O estudo avaliou quatro eixos: planejamento e regionalização, viabilização de investimentos, governança e regulação, e metas tangíveis.
12 — candidatos no 2º turno avaliados
92% — planos que citam drenagem e universalização
25% — planos com metas tangíveis
17% — planos que abordam governança
O Instituto Trata Brasil lançou também o Radar do Voto no Saneamento, ferramenta interativa com a classificação por candidatura e estado.
O próximo passo é o segundo turno em 25 de outubro, quando governadores eleitos iniciarão mandatos decisivos para cumprir o cronograma até 2033.