Crise no STF une setores por legalidade e põe metade da corte em suspeita
Juristas, empresários, artistas, políticos e cidadãos cobram limpeza na Corte em plena campanha; Alexandre de Moraes é alvo da mais grave desconfiança

Crise no STF reúne juristas, empresários, artistas, políticos e cidadãos num pedido comum pela aplicação de critérios de legalidade, em 15.set.2026.
Metade da corte está sob algum tipo de desconfiança; a mais grave recai sobre o ministro Alexandre de Moraes, que pode não ter autoridade para assumir a presidência do STF daqui a um ano.
O momento de união ocorre em plena disputa eleitoral, num país dividido entre duas forças políticas, e chama atenção justamente por isso.
Há perplexidade diante do desarranjo que assola a corte, repulsa a condutas de magistrados, demanda por melhores procedimentos de correção e grande desconfiança de que o tribunal procurará acomodação.
Analistas lembram precedentes de coesão nacional: a retomada do regime democrático e o apoio ao combate à inflação, citados como comparações históricas.
Metade da corte sob suspeita e a possibilidade de um presidente do STF sem autoridade configuram um problema institucional que, acreditam os grupos, não pode aguardar o fim do pleito.