Lei 235/2026, sancionada por Lula, pode reduzir R$ 16,6 bilhões da saúde e educação em 2027
A mudança altera cálculo orçamentário e antecipa até R$ 3 bilhões de 2027 para 2026; estimativa é do impacto financeiro

A Lei Complementar nº 235/2026, sancionada por Luiz Inácio Lula da Silva, pode reduzir em até R$ 16,6 bilhões os recursos federais para saúde e educação em 2027.
A norma altera critérios de cálculo do investimento mínimo federal nessas áreas e permite antecipar para 2026 até R$ 3 bilhões que estavam previstos para 2027; a cifra de R$ 16,6 bilhões é uma estimativa do impacto em 2027, não um corte já realizado.
Uma das mudanças retira receitas da exploração de petróleo da base de cálculo usada para determinar os repasses federais; especialistas calculam o efeito orçamentário em R$ 16,6 bilhões para 2027 e identificam a antecipação de R$ 3 bilhões para 2026 como mecanismo-chave.
R$ 3 bilhões — valor que pode ser antecipado de 2027 para 2026
R$ 16,6 bilhões — estimativa do impacto orçamentário em 2027