José Fernandes disse na tribuna da Câmara, na sessão desta segunda (14.set), que as Organizações Sociais (OSs) da saúde são fiscalizadas, transparentes e apresentam resultados.
Ele afirmou que o vínculo da Funev com o Município teve início na gestão municipal anterior e que a adoção de OS não representa ruptura automática nem garante ausência de melhorias.
O vereador, vice-presidente da Câmara e líder do prefeito, José Fernandes (MDB), afirmou que é preciso verificar se há contrato, metas, fiscalização, transparência e resultados antes de julgar o modelo.
José Fernandes criticou a OS João Paulo II, afirmando que ela não tinha transparência, deixou profissionais e fornecedores sem pagamento e foi condenada pelo TCM e pelo Ministério Público em R$ 42 milhões.
O vereador, médico ortopedista com 19 anos de carreira, desafiou que se mostre na atual gestão qualquer paciente com complicação devido ao uso de furadeiras “domésticas” em cirurgias.
Ele informou que, neste ano, foram atendidas mais de 3.000 crianças e mais de 100 delas foram operadas.
José Fernandes disse que o processo de compra de furadeiras específicas já foi iniciado pela administração municipal, antes das recomendações do Ministério Público, e criticou “narrativas políticas” sobre o tema.
— R$ 42 milhões — valor da condenação aplicada à OS João Paulo II pelo TCM e pelo MP
— 14.set — data da sessão ordinária em que o vereador falou
— 3.000+ — crianças atendidas neste ano
— 100+ — crianças operadas neste ano
Fonte: Câmara de Anápolis · Leia no site →