Seis candidatos ao governo de Goiás detalharam propostas de educação em seus planos de governo: Danilo Silva (PCO), Daniel Vilela (MDB), Luciana Amorim (UP), Luis Cesar Bueno (PT), Marconi Perillo (PSDB) e Wilder Morais (PL).
Os documentos completos estão na base de dados do Tribunal Superior Eleitoral, para consulta dos eleitores antes da eleição.
Danilo Silva (PCO) propõe fim do ensino privado que considera predatório, revogação de reformas, fim de vestibulares e ingresso livre nas universidades, estatização do ensino pago, piso nacional de professores de R$8,5 mil, jornada máxima de 30 horas semanais, eleição direta de diretores e permissão de uso de celulares nas escolas.
Daniel Vilela (MDB) quer expandir matrículas em tempo integral a mais municípios, padronizar um modelo pedagógico conectado a tecnologias, priorizar educação na primeira infância e consolidar a alfabetização como política de Estado, com apoio técnico e financeiro aos municípios.
Luciana Amorim (UP) propõe um plano estadual da Escola Básica Integral, novo concurso público para suprir profissionais, desmilitarização dos colégios estaduais, maior investimento na UEG, creche e educação infantil em tempo integral e contraturno para filhos de mães que estudam e trabalham à noite, além de educação sexual escolar focada em saúde e combate à violência.
Luis Cesar Bueno (PT) coloca a escola pública de tempo integral como principal política de igualdade, propõe transformar o tempo adicional em aprendizagem e atividades, aproximar estudantes de UEG, UFG e IF Goiano via rede de extensão e inovação, e governança com secretarias e municípios trabalhando com metas compartilhadas.
Marconi Perillo (PSDB) estabelece objetivo até 2030 de avanços na alfabetização, aprendizagem em todas as etapas, educação em tempo integral, valorização de profissionais, modernização pedagógica e tecnológica, fortalecimento da UEG e metas objetivas para melhorar IDEB e proficiências em Português, Matemática e Ciências.
Wilder Morais (PL) prevê acompanhamento individual da aprendizagem, apoio a alunos com dificuldades e integração clara entre ensino técnico, UEG, universidades, Sistema S e empresas para encaminhar estudantes ao técnico, universidade, trabalho ou empreendedorismo.
O Jornal CONTEXTO abriu os planos de governo na ordem alfabética dos candidatos e extraiu propostas dos documentos para orientar eleitores sobre as…
Fonte: Portal Contexto · Leia no site →