Daqui alguns dias tem eleição — e a causa animal fica de fora?
Campanhas acabam em poucos dias; sem políticas públicas, abandono, exploração e mortes continuarão.

Daqui alguns dias o Brasil escolherá seus próximos governantes, e a proteção animal corre risco de ficar fora da agenda eleitoral.
Independentemente de quem vencer as eleições, os animais continuarão precisando de políticas públicas concretas: orçamento, legislação, fiscalização e programas de castração.
As campanhas vão desaparecer das ruas e os candidatos, eleitos ou não, seguirão seus caminhos; enquanto isso, animais seguem abandonados, explorados, maltratados e mortos.
Amor declarado por candidatos, fotos com cães ou menções em discurso não financiam hospitais veterinários nem fortalecem entidades que atuam na proteção animal.
A proteção animal exige orçamento, legislação, fiscalização e educação — medidas que só saem do papel com vontade política e recursos públicos.
Ativistas exaustos, entidades endividadas e voluntários sobrecarregados continuam preenchendo lacunas que deveriam ser responsabilidade do poder público.