33,4 milhões não votaram no 1º turno; votar no 2º importa sim
Abstenção recorde no primeiro turno das eleições de 2026 contrasta com serviços públicos que mudaram por leis e votos anteriores

33,4 milhões de brasileiros não votaram no primeiro turno das eleições de 2026.
Essa abstenção afeta decisões concretas: eleição presidencial de 25 de outubro decide quem aprova ou veta leis e pode propor medidas que mexem em salário, preços e serviços públicos.
INAMPS, o atendimento público ligado à carteira assinada até o fim dos anos 1980, e o SUS são exemplos de serviços que surgiram por leis; o SAMU passou a existir no Brasil em 2003.
Existe agora um Instituto Federal no Jardim Ângela (IFSP) que foi criado por decisão política; a autora nasceu em 1999 e lembra que o SAMU não existia quando ela nasceu.
Votações mostram diferenças entre políticos: o programa Gás do Povo foi aprovado por deputados, e outras votações trataram do fim da escala 6×1 e da isenção do Imposto de Renda para quem recebe pouco.
Os registros de como deputados votaram são públicos e permitem comparar representantes; o presidente, cuja eleição será em 25 de outubro, aprova ou veta leis aprovadas pelo Congresso e também pode propor matérias.
O direito ao voto foi ampliado ao longo da história: no início do voto era censitário; só depois puderam votar mulheres, analfabetos e jovens a partir dos 16 anos.
33,4 milhões — abstenções no primeiro turno de 2026
2003 — ano em que o SAMU começou a existir no Brasil
25 de outubro — data da votação para presidente
Pesquise votos e leis para escolher quem representa seu interesse; acompanhar como políticos gastam e votam restringe uso do cargo para benefício próprio e aumenta fiscalização pública.