A democracia que não pode morrer
Informação publicada por O Progresso de Tatuí.

Neste domingo, 25 de outubro, os brasileiros vão às urnas para decidir a eleição presidencial mais acirrada da história nacional. A disputa não é apenas entre candidatos: é, sobretudo, uma decisão sobre o futuro da própria democracia. Por isso, embora incômodo, é primordial lembrar que cada cidadão ausente estará, na prática, abrindo mão de um direito inigualável em qualquer outro momento da vida pública. Ausentar-se das urnas também é uma escolha. O voto não depositado conta, indiretamente, para quem vence. Mas, o prejuízo é mais profundo: quem deixa de votar renuncia ao único instante em que seu peso é “exatamente igual” ao de qualquer outro cidadão. Na cabine eleitoral, não há diferença entre pobre e rico, preto e branco, heterossexual ou não, religioso ou agnóstico. Ali, todos são iguais perante a urna.
As informações são de O Progresso de Tatuí. Leia a matéria completa em: https://oprogressodetatui.com.br/a-democracia-que-nao-pode-morrer/