Alto Tietê tem mais de 52,7 km de ciclovias; Mogi lidera com 33,38 km
Região projeta ampliações em Mogi, Suzano, Itaquaquecetuba e Guararema, enquanto cidades seguem em estudos ou sem infraestrutura

Alto Tietê soma mais de 52,7 quilômetros de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas na região.
Mogi das Cruzes lidera com 33,38 km e prevê implantar outros 30 km integrados a projetos de mobilidade da zona leste, com obras nos próximos anos.
A malha de Mogi atende Jundiapeba, Braz Cubas, Cezar de Souza, Vila Nova Mogilar, Rodeio, Jardim Armênia, Socorro, Jardim Santista, Vila Industrial, Vila São Francisco e a região central; a cidade mantém uma cadeira de ciclistas no Conselho Municipal de Mobilidade Urbana.
Suzano concentra ciclovias em corredores: avenida Senador Roberto Simonsen tem 1,5 km de ciclofaixa e 1,1 km de ciclovia; rua Sete de Setembro tem 750 m; avenida Brasil soma 3,8 km.
Suzano prevê 4,08 km na avenida Jorge Bei Maluf, ligando a estação ferroviária ao limite com Mogi das Cruzes, com trechos de ciclovias e ciclofaixas.
Suzano recebeu em março reconhecimento do programa federal Bicicleta Brasil, ficando em 2º lugar na categoria “Planejamento do Poder Público”, com um Plano Cicloviário que prevê mais de 100 km em dez anos.
Itaquaquecetuba tem 7,25 km de infraestrutura cicloviária, com trechos na avenida Presidente Tancredo de Almeida Neves, avenida Vereador Almiro Dias de Oliveira e estrada do Corta Rabicho.
Itaquaquecetuba prevê uma ciclovia ao longo da rodovia Alberto Hinoto (SP-056) dentro das obras de duplicação do DER; a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana realiza estudos para novos trechos.
Guararema implantou suas primeiras ciclovias em 2024 e hoje tem mais de 5 km, atendendo Centro, Morro Branco e Ipiranga, com planos de ampliação nos próximos anos.
O avanço é desigual: Biritiba Mirim mantém projetos em fase de estudos; Salesópolis não dispõe atualmente de infraestrutura cicloviária.
Poá, Ferraz de Vasconcelos, Arujá e Santa Isabel não responderam até o fechamento da matéria.