Bolsonarista que acorrentou negro é sócio de empresas com dívida milionária
Informação publicada por Metrópoles São Paulo.
A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro investiga Carlos Eduardo Martins, identificado como o manifestante que aparece em um vídeo puxando um homem negro acorrentado durante um ato em apoio ao senador Flávio Bolsonaro, na Barra da Tijuca (RJ), em 24 de outubro, um dia antes do 2º turno das Eleições. O bolsonarista é sócio de duas empresas que acumulam dívidas de mais de R$ 1 milhão, segundo consulta pública ao portal Dívida Aberta. São elas, a Cem Locação de Bens Móveis e Serviços Ltda. e Top Gran Comércio de Granitos e Mármores Ltda. A Top Gran possui dívidas superiores a R$ 666 mil, enquanto a Cem Locação acumula mais de R$ 386 mil em débitos (foto abaixo).
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