Entre o amor e a intolerância, eis a contradição da militância
Informação publicada por Metrópoles São Paulo.

No Brasil, a corrida presidencial de 2018 foi agitada pela campanha do #EleNão – longe de uma versão lésbica das Elenas de Manoel Carlos, a hashtag era um grito de ordem da extrema esquerda (supositório dourado pelos artistas globais e intelectuais de orelha e quarta capa nacionais) contra a candidatura de Jair Messias Bolsonaro –, movimento que se repetiu, no pleito de 2022, com as tintas muito mais carregadas do antifascismo, que, agora em 2026, retorna anabolizada com o predicado antidemocrático. Moro na Avenida Paulista. Hoje, como faço nas manhãs de sábado, desci para passear meu patrão, Hector – um Jack Russell bastante simpático que adora cumprimentar todas as pessoas na rua com efusiva alegria.
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