Entre o medo e a lousa, a coragem de ser professor
Informação publicada por Diário de Votuporanga.

Alberto Martins Cesário, professor e escritor Aristóteles atribuía à coragem um lugar especial entre as qualidades humanas. E, pensando bem, basta passar alguns minutos dentro de uma sala de aula para perceber o quanto essa virtude continua necessária. Não apenas para quem ensina, mas também para quem aprende, para quem educa e para quem insiste em acreditar que a educação ainda pode transformar vidas. Ser professor, nos dias de hoje, é um exercício diário de coragem. A gente chega à escola com o planejamento organizado, as atividades preparadas e a esperança renovada. Mas basta o sinal tocar para descobrirmos que nem tudo cabe no papel. Há o estudante que chega inquieto, aquele que não conseguiu dormir direito, o que está preocupado com os problemas de casa e aquele que, simplesmente, ainda não descobriu como transformar suas dificuldades em aprendizagem.
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