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Escolas cívico-militares somam 5 vagas no Top 10 do IDEB do RJ

Douglas Ruas propõe ampliar unidades estaduais de 17 para 200, após escolas cívico-militares registrarem notas entre 5,2 e 5,6.

Redação POLITICA.SP8 de set. de 2026 · 21h314 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Escolas cívico-militares somam 5 vagas no Top 10 do IDEB do RJ
Reprodução: folhadaterradigital.com.br

Cinco das dez melhores posições do IDEB do ensino médio do Estado do Rio foram ocupadas por escolas cívico-militares, com notas entre 5,2 e 5,6.

O candidato ao governo Douglas Ruas (PL) anunciou a meta de ampliar as unidades estaduais de 17 para 200, impulsionado pelos resultados, durante as celebrações do Dia da Independência na Avenida Presidente Vargas.

No topo do ranking estadual, o Colégio Estadual Sargento PM Antônio Carlos de Oliveira Moura, em Araruama, ficou em 2º lugar com média 5,6, empatado com o Ciep 494 – Alexandre Carvalho, de Miguel Pereira.

Outras escolas cívico-militares no Top 10 incluem o Colégio Estadual Subtenente PM Cláudio Hentzy Ferreira (Santo Antônio de Pádua), o Colégio Estadual Coronel PM Marcus Jardim (São Gonçalo) e o Colégio Estadual Segundo Tenente BM Sérgio Rodrigues da Silva (Cordeiro).

Pelas diretrizes da Secretaria de Estado de Educação, as unidades têm jornada integral: professores civis lecionam a Base Nacional Comum Curricular; militares inativos da reserva atuam no suporte de gestão, disciplina e horários, sem interferir no projeto pedagógico.

"Teremos militares da reserva, que não vão substituir os profissionais da educação, mas atuarão na construção de um ambiente mais organizado, com disciplina e respeito aos professores", disse Douglas Ruas ao detalhar a proposta.

O plano de Ruas também prevê qualificação e ensino técnico profissionalizante desde o 1º ano do Ensino Médio, enquanto críticos apontam que os resultados podem refletir a jornada integral e foco em avaliações nacionais, e pedem equalização de investimentos e infraestrutura.

Ruas afirmou que qualquer expansão será feita em diálogo com diretores, pais e alunos, sem calendário público de implementação ainda divulgado.