Flávio tira a máscara na carta golpista e revela os isentões sem disfarce
Informação publicada por Metrópoles São Paulo.

Como este mundo pode ser divertido! O colunismo isentão, equilibrista entre a democracia e o afascistamento, levou Flávio Bolsonaro a cometer o mais grotesco dos erros: dizer quem realmente é. Uma nota: esse falso centrismo me enoja mais do que o reaça que baba até a última gota de ódio. Este é, afinal, mais identificável do que um piruá numa vistosa tigela de pipocas. O ambíguo e anfíbio não. Encarna o papel de um prudente impostor. Não é bom o bastante para o Céu nem mau o bastante para brilhar no Inferno. Dante reservou a esse tipo um castigo terrível no “Vestíbulo”. Procurem. Mas volto. O valentão que foge sentiu-se acolhido pela turma do nem-nem e escreveu uma carta golpista. Quem o conduziu ao Inferno foram esses bacanas… Vá lá: tiveram utilidade uma vez na vida ao menos. Vamos ver.
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