Locais de votação devem se preparar para falhas de energia nas Eleições 2026
Urnas têm bateria interna, mas iluminação, elevadores e sinalização dependem da rede ou de geradores bem dimensionados.

Mais de 155 milhões de eleitoras e eleitores poderão votar nas Eleições Gerais de 2026, marcadas para 4 de outubro, com eventual segundo turno em 25 de outubro.
A urna eletrônica tem bateria interna que mantém a votação por um período, mas iluminação, elevadores, computadores administrativos e equipamentos de acessibilidade continuam dependentes da energia do prédio.
A organização dos locais é responsabilidade da Justiça Eleitoral, que distribui seções conforme o número de eleitores, capacidade dos prédios e condições de acesso; escolas, universidades e centros comunitários abrigam a maior parte das seções.
Os locais precisam oferecer identificação de salas, formação de filas, circulação segura, banheiros e rotas acessíveis para idosos, pessoas com deficiência, gestantes e eleitores com mobilidade reduzida.
Interrupções elétricas podem ocorrer por falhas internas, alto fluxo de pessoas que sobrecarrega quadros e circuitos, ou por fatores climáticos como temporais, raios, ventos fortes e queda de árvores.
Inspeções preventivas devem checar tomadas, quadros de distribuição, iluminação e sistemas essenciais; equipamentos temporários exigem dimensionamento técnico, aterramento, ventilação e operação por profissionais capacitados.
Planos de contingência precisam definir responsáveis, contatos de emergência e procedimentos para proteger pessoas e equipamentos, além de monitorar previsões meteorológicas e rotas alternativas para manutenção.
4 de outubro — primeiro turno
25 de outubro — possível segundo turno
Mais de 155 milhões — eleitoras e eleitores aptos a votar
Locais e equipes devem concluir inspeções elétricas e estabelecer planos de contingência antes das Eleições de 4 de outubro.