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O anjo e o demônio, por Petronio Portela Filho

Informação publicada por Jornal Ggn.

PRedação Política.SP26 de out. de 2026, 06h00
O anjo e o demônio, por Petronio Portela Filho
Reprodução: jornalggn.com.br

O anjo e o demônio, por Petronio Portela Filho Despertei uma hora mais cedo, preparado para sofrer. Era um dos dias mais frios do ano. Não pude comer nem tomar café porque estava proibido. Fui de carro até o laboratório Sabin. Chegando lá, uma surpresa amarga. O estacionamento estava lotado. Tive que estacionar na quadra residencial, dois quarteirões distante. A coleta de sangue foi dolorosa. Fui furado duas vezes. O enfermeiro encheu uns dez tubinhos de sangue. Estando descafeinado, sonolento e com frio, sofri uma quase hemorragia. Caminhei até o carro. Quando cheguei lá não acreditei no que vi. Tinha um flanelinha “quardando” os carros. — Ninguém merece isso. Ainda nem são oito horas. Faz um frio do capeta. Como é possível que um parasita já esteja lá, tentando me arrancar dinheiro? O flanelinha estava meio que fantasiado de guarda de trânsito. Ele é baixo, quase branco e tímido.

As informações são de Jornal Ggn. Leia a matéria completa em: https://jornalggn.com.br/cronica/o-anjo-e-o-demonio-por-petronio-portela-filho/

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