O assassinato de Rasputin: como os nobres russos planejaram a morte do místico
Informação publicada por Aventuras na História.

Na madrugada de 30 de dezembro de 1916, uma sala no subsolo do Palácio Moika, em Petrogrado, transformou-se no cenário de um dos crimes políticos mais célebres do século 20. Entre cálices de vinho e bandejas de doces envenenados, membros da nobreza russa tentaram eliminar o homem que julgavam controlar os rumos da Primeira Guerra Mundial. O alvo era Grigori Rasputin, camponês siberiano que exercia imenso poder sobre o czar Nicolau II e a czarina Alexandra Feodorovna. Em dezembro de 1916, aristocratas russos liderados pelo príncipe Felix Yusupov atraíram Grigori Rasputin ao Palácio Moika sob pretexto de um encontro social. O grupo via a influência política do místico siberiano sobre a família imperial Romanov como uma ameaça direta à monarquia czarista. A conspiração nasceu do desespero dos monarquistas conservadores perante as crises militares do império.
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