'Se a IA consegue passar, esse é o exame errado', diz vice-presidente do comitê de educação da OCDE
Informação publicada por Época Negócios.

]]> A facilidade de produzir uma redação, resolver exercícios ou elaborar um relatório com inteligência artificial cria um dilema para escolas e universidades: como aproveitar a tecnologia sem eliminar o esforço necessário para aprender? Para Charles Fadel, pesquisador de Harvard e vice-presidente do comitê de edudação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a resposta passa por mudanças na forma como ensinamos, avaliamos e preparamos estudantes para o mercado de trabalho. Na avaliação de Fadel, a facilidade de obter respostas prontas pode comprometer o aprendizado. Ao delegar a resolução de uma atividade à IA, o estudante deixa de exercitar o raciocínio e as habilidades que deveria desenvolver ao realizá-la. “O problema é que, se alguma coisa lhe oferece uma solução, se a IA lhe dá uma solução, você vai dizer: por que me dar ao trabalho de pensar?
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