Tesouro Selic e CDI: só sobreviveram à sangria pós-eleição os investimentos que nunca perdem; veja o ranking de outubro
Informação publicada por Seu Dinheiro.

Nada como contar com a boa e velha renda fixa pós-fixada para sobreviver à alta volatilidade de uma surpresa eleitoral com a qual os agentes financeiros não contavam. Somente o Tesouro Selic, o CDI e a Poupança sobreviveram à reeleição do presidente Lula neste mês de outubro. Os títulos pós-fixados, que acompanham a remuneração da taxa básica de juros sem grandes volatilidades, saíram ilesos à reprecificação do mercado para o cenário de mais um governo petista. Os participantes do mercado se basearam nas pesquisas eleitorais e se preparam para um cenário em que a oposição sairia vitoriosa do pleito eleitoral. Esta possibilidade começou a ser desenhada já no final do primeiro turno, quando Flávio Bolsonaro (PL), o candidato opositor ao presidente Lula saiu à frente na votação. A virada do atual presidente pegou os agentes financeiros de surpresa.
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