Urna com defeito nas Eleições 2026: quando a seção passa para papel
TSE prevê troca de urna e transferência de mídia; votação em cédula é último recurso e segue até o fim da seção.

Se a urna eletrônica apresentar defeito nas Eleições 2026, a equipe técnica tenta resolver o problema no equipamento e, se necessário, substitui a urna.
Se a falha persistir após tentativas técnicas, a mídia de votação é reposicionada ou transferida para uma urna de contingência previamente configurada pelo TSE.
Durante a substituição, a equipe transfere a mídia e os registros para o equipamento reserva, que passa a funcionar na seção, preservando os votos já computados.
Se a substituição e demais medidas não resolverem a falha, a Justiça Eleitoral adota votação manual com cédulas de papel e urna convencional como último recurso.
A votação em papel, quando iniciada, continua até o encerramento dos trabalhos naquela seção e não é possível retornar à votação eletrônica posteriormente.
Se a urna falhar impedindo a conclusão do voto do primeiro eleitor antes que o segundo eleitor complete o seu, o primeiro eleitor deverá votar novamente em outro equipamento ou em cédula; o voto registrado na urna defeituosa será insubsistente.
O eleitor que perceber problema deve avisar o mesário e aguardar orientação da equipe; ele não deve mexer no equipamento.
Todas as ocorrências e providências precisam ser registradas na ata da mesa receptora; os procedimentos de contingência também cobrem falhas que possam comprometer a apuração.