Governo institui Política Nacional de Saúde Integral da População Quilombola
Portaria GM/MS nº 12.167 foi assinada por Alexandre Padilha e publicada em edição extra do DOU em 17 de setembro

Portaria GM/MS nº 12.167 institui a Política Nacional de Saúde Integral da População Quilombola (PNASQ), assinada por Alexandre Padilha em 15 de setembro de 2026 e publicada em 17 de setembro.
A publicação oficializa a PNASQ no SUS e abre a fase de implementação, que inclui a elaboração do Plano Operativo Nacional com prioridades, metas, indicadores e responsabilidades.
A PNASQ foi pactuada na 8ª Reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) em 27 de agosto, em Brasília, com participação de gestores municipais, estaduais e federal.
O Conselho Nacional de Saúde (CNS) participou da construção da política e seguirá acompanhando a implementação, defendendo participação social e efetivação do direito à saúde quilombola.
O CNS e suas comissões vêm cobrando política específica desde recomendações anteriores: Recomendação CNS nº 9 (2012) e Recomendação nº 34 (2017), além de propostas aprovadas na 17ª Conferência Nacional de Saúde (2023).
A Recomendação nº 14 do CNS, de 7 de maio de 2026, reforçou a necessidade de uma política nacional específica para as populações quilombolas.
Portaria GM/MS nº 12.167 — institui a PNASQ
Assinatura — Alexandre Padilha, 15 de setembro de 2026
Publicação — edição extra do Diário Oficial da União, 17 de setembro
Pactuação — 8ª Reunião da CIT, 27 de agosto, Brasília
"A aprovação da PNASQ fortalece as ações de promoção da equidade e de garantia do direito à saúde das populações quilombolas", afirmou Doté Thiago, coordenador da CIPPE/CNS.
O próximo passo é a elaboração do Plano Operativo Nacional; o CNS acompanhará a definição de prioridades, metas, indicadores e mecanismos de avaliação.