Campanha petista registra impasse sobre inclusão de sigilos bancários ligados a empresa
Equipes jurídicas e políticas mantiveram exigência por registros empresariais; aval final depende do Judiciário antes do fim de semana eleitoral.

A campanha petista relata impasse nas negociações sobre a inclusão de sigilos bancários vinculados a uma empresa no acordo de transparência, na reta final da disputa eleitoral.
A formalização do acesso aos registros depende agora de manifestação do Poder Judiciário, que dará o aval definitivo antes do pleito programado para o final de semana.
Aliados do governo dizem que a principal divergência foi sobre informações associadas à empresa citada nas tratativas, e que a exigência para incluir esses registros foi mantida após debates intensos entre equipes jurídicas e políticas.
Durante as negociações, representantes do grupo político afirmaram que o texto inicial sofreu resistência para abarcar menções empresariais, e que omiti-las prejudicaria o compromisso com a transparência pública.
A discussão abordou o alcance das informações a serem disponibilizadas tanto para análise pública quanto para eventual controle judicial, com exigências recíprocas e prazos definidos para entrega dos documentos.
A autorização para divulgação ocorreu sem restrições por parte da principal liderança do partido, avaliação interna que visa demonstrar abertura ao escrutínio antes da votação.