Imers de Ipiranga do Sul sobe a 82,08 e chega ao 19º lugar no RS
Pontuação avançou 21,17 pontos de 2024 para 2025 e ultrapassou a média estadual em 15,11 pontos

O Índice Municipal da Educação do RS (Imers) de Ipiranga do Sul subiu de 60,91 em 2024 para 82,08 em 2025, alcançando o 19º lugar no Estado.
A pontuação de 82,08 supera a média estadual de 66,97 em 2025 por 15,11 pontos e fez o município passar de abaixo para acima da referência estadual de 63,56 em 2024.
O Imers considera aprendizagem, evolução do desempenho e taxa de aprovação dos estudantes do ensino fundamental; a pontuação varia de 0 a 100 e é calculada pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE) em parceria com a Secretaria da Educação.
No componente de alfabetização (segundo ano), Ipiranga do Sul subiu de 66,92 para 92,35 entre 2024 e 2025, um aumento de 25,43 pontos; no nono ano, a proficiência passou de 46,5 para 63 no mesmo período.
A composição do Imers atribui 40% ao Índice de Qualidade da Alfabetização (IQA, segundo ano), 35% ao Índice de Qualidade dos Anos Iniciais (IQI, quinto ano), 15% ao Índice de Qualidade dos Anos Finais (IQF, nono ano) e 10% à taxa de aprovação do primeiro ao nono ano; Língua Portuguesa e Matemática têm pesos iguais nos três componentes.
Em 2025, 347,4 mil estudantes das redes públicas participaram das provas do Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do RS (Saers), aplicadas entre 17 de novembro e 2 de dezembro; para o Imers foram usados os resultados de 189,4 mil alunos das redes municipais, avaliados no segundo, quinto e nono anos.
A secretária municipal de Educação, Tatieli Rodighiero Hahn, atribuiu os resultados ao trabalho da Escola Municipal de Ensino Fundamental Dom João Becker, ao comprometimento das famílias e aos investimentos municipais: "Os resultados refletem o trabalho realizado por toda a equipe da Escola Municipal Dom João Becker, o comprometimento das famílias e os investimentos realizados pelo Governo Municipal".
O desempenho no Imers integra o cálculo da Participação no Rateio da Cota-Parte da Educação (PRE) para repartir o ICMS entre municípios, mas o repasse também considera porte municipal, população, matrículas nos anos iniciais e estudantes em situação de vulnerabilidade, portanto a posição no ranking não determina sozinha o valor do repasse.