Diplomacia agrícola não pode parar, seja quem for o presidente eleito
Informação publicada por Ndmais.

Com segundo turno no horizonte, setor produtivo sabe que preferência política passa, mas mercado aberto, sanidade, ciência e previsibilidade precisam ficar. No agro, diplomacia não pode trocar mercado por palanque. O voto passa e o mercado fica. A eleição presidencial entrou na reta mais tensa, mas há uma pauta que o agro não pode tratar como acessório de campanha: a diplomacia agrícola. Seja qual for o resultado do segundo turno, o Brasil não tem o direito de andar para trás na abertura de mercados, na defesa sanitária, na negociação contra barreiras externas e na construção de confiança com …
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