Lunelli diz que quer “virar a mesa” em Brasília e critica custos públicos
Candidato ao Senado propõe imposto sobre salário de 10% e afirma que ele e Esperidião Amin conhecem Santa Catarina sem GPS

Antídio Lunelli afirmou que quer “virar a mesa” em Brasília e reduzir a máquina pública.
Ele propõe que apenas 10% do salário vá para impostos, afirmou na sabatina do SC no Ar.
Na sabatina, Lunelli criticou a sessão extraordinária do STF na véspera e reclamou do comportamento dos ministros durante os debates.
Lunelli disse que, junto com Esperidião Amin, “não precisam de GPS” para andar por Santa Catarina, argumento para valorizar quem conhece o Estado.
Aos 63 anos, Lunelli é candidato ao Senado, foi prefeito de Jaraguá do Sul, mora na cidade e é deputado estadual.
Como empresário, afirmou que seus negócios empregam mais de 5 mil pessoas e usou essa experiência para criticar encargos trabalhistas.
10% — proposta de Lunelli para a fatia do salário destinada a impostos
5.000 — número de empregados nos negócios de Lunelli
"Não precisamos de GPS", disse Lunelli ao se referir a Esperidião Amin, durante a sabatina no SC no Ar.