Eleições

A política da dor e as eleições

Informação publicada por Revista Cult.

PRedação Política.SP24 de out. de 2026, 11h01
A política da dor e as eleições
Reprodução: revistacult.uol.com.br

Hoje o ponto de partida da política é a dor. Em cada grupo dissidente é possível localizar uma dor, mas também uma luta correspondente a essa dor. Contudo, trata-se de uma dor generalizada. Por exemplo, no campo da esquerda não se deixa de cuidar das feridas coloniais; no campo da direita, fala-se dos direitos feridos, para mostrar uma possível perda de privilégios. Essa forma política tem uma antessala histórica grande, mas enfatizo três elementos relativamente recentes, da década de 1980, para dizer um pouco dessa configuração política. Destaco três mudanças radicais, uma política e duas clínicas, que se acentuam mutuamente. A primeira é a perda do horizonte comunista e, com ela, a desidratação do conceito de classe e da figura de um sujeito político universal. Esse ponto é decisivo, pois o esvaziamento da grande política é acompanhado por uma intensa produção micropolítica.

As informações são de Revista Cult. Leia a matéria completa em: https://revistacult.uol.com.br/home/a-politica-da-dor-e-as-eleicoes/

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