Justiça

Alckmin diz que reforma tributária pode aumentar exportações 17% em 15 anos

Vice-presidente anunciou previsões de crescimento, mudança para IVA e isenção da cesta básica a partir de 1º de janeiro

PRedação Política.SP17 de out. de 2026, 08h01· 1 acesso
Alckmin diz que reforma tributária pode aumentar exportações 17% em 15 anos
Reprodução: portalbenews.com.br

Geraldo Alckmin afirmou que a reforma tributária pode elevar investimentos em 14% e exportações em 17% ao longo de 15 anos.

O vice-presidente projetou também recorde de exportações neste ano e citou alta de 30% nas vendas ao mercado europeu em cinco meses.

Alckmin falou nesta quinta-feira, 15, em Salvador, durante encontro com empresários baianos; citou estudo do Ipea sobre os efeitos da reforma.

Ele disse que a proposta reúne cinco tributos em um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) e que a cesta básica ficará isenta de impostos a partir de 1º de janeiro.

No comércio exterior, Alckmin afirmou que o Portal Único de Comércio Exterior reduzirá o custo Brasil em R$ 40 bilhões por ano e estará totalmente implantado até dezembro.

Ele explicou que o Portal Único vai simplificar licenças, permitindo uma única autorização com validade de dois, três ou quatro anos dependendo da mercadoria.

Alckmin criticou a burocracia brasileira, chamou o país de "manicômio tributário" e afirmou que exportamos imposto, o que reduz competitividade.

Ao abordar meio ambiente e agronegócio, disse que "preservamos o bioma e batemos recordes de produção agrícola" e que debates sobre preservação são movidos por "vaidade, poder, dinheiro".

14% — aumento projetado nos investimentos em 15 anos

17% — aumento projetado nas exportações em 15 anos

30% — crescimento das vendas para a Europa em cinco meses

R$ 40 bilhões — redução anual estimada do custo Brasil com o Portal Único de Comércio Exterior

"Você tá exportando imposto e perdendo competitividade, isso acaba com a reforma tributária", disse Alckmin durante o evento.

O governo vai implantar completamente o Portal Único até dezembro, segundo o vice-presidente.

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