Ano de eleição: vote por fatos, não por promessa
Artigo do Grande Oriente do Paraná pede que eleitor julgue candidatos pela trajetória, não por discursos fáceis

Em ano de eleição, o texto conclama eleitores a votar com base em fatos e não em promessas instantâneas.
Isso exige checar a trajetória, a coerência e o histórico de propostas dos candidatos antes de entregar o voto.
O autor cita problemas concretos observados no cotidiano: saúde funcionando mal, educação tropeçando, segurança deixando a desejar, serviços públicos em dificuldade e custo de vida em alta.
O texto atribui parte da responsabilidade ao eleitor: diz que muito do poder dos políticos foi entregue pelo voto e que o comportamento do eleitor — aceitar sem questionar — autoriza repetições de promessas vazias.
Pede-se ao eleitor que questione: o discurso corresponde à prática? que olhe mais para o que o candidato já fez do que para o que promete.
Frase-chave do texto: "A urna não mente. Quem pode mentir é quem vota sem pensar."
Assinam o texto o Sereníssimo Grão‑Mestre Vladimir Pires Martins G. e Luís Fernando da Silva Dias, da Secretaria de Comunicação e Imprensa do Grande Oriente do Paraná.
Antes da votação, recomenda checar documentos públicos, histórico de mandatos e consistência das propostas dos candidatos.