Augusto Cury não declarou apoio no segundo turno e pediu união
No pronunciamento de domingo, 4, o ex-candidato pediu que o vencedor considere suas propostas e governe “com inteligência e senso de justiça”

Augusto Cury não declarou apoio a nenhum dos dois candidatos do segundo turno em pronunciamento no domingo, 4.
Ele cumprimentou os adversários que avançaram e afirmou esperar que o próximo presidente considere as ideias e projetos de sua campanha, governando “com inteligência e senso de justiça”.
O escritor e médico, ex-candidato à Presidência, não mencionou nenhum dos dois nomes que disputarão a etapa final e reiterou defesa de reformas institucionais apresentadas por ele durante a campanha.
Entre as propostas que Cury listou estão o fim da reeleição presidencial, mandatos de oito anos para ministros do Supremo Tribunal Federal e a adoção do semipresidencialismo.
Cury também voltou a defender a redução da polarização, dizendo que direita, centro e esquerda precisam sentar à mesma mesa: “Democracia não é concordar; é aprender a caminhar juntos, mesmo discordando”.
Ele afirmou que a polarização tornou o ambiente político brasileiro “excessivamente hostil” e declarou: “Quero pacificar este país”.
Ao encerrar, agradeceu aos eleitores que o apoiaram e disse que o projeto político apresentado na campanha não termina com o resultado eleitoral: “Presidentes passam. Partidos passam. Gerações passam. Mas uma nação precisa continuar sonhando”.