CNI pede “reação institucional vigorosa” à crise no STF
Confederação exige decisões equilibradas enquanto dois casos envolvendo Mendonça e Moraes seguem com prazos em setembro.

CNI pediu nesta quarta (9.set.2026) “reação institucional vigorosa, de forma justa e responsável” à crise no STF.
A confederação alertou que os próximos passos precisam de equilíbrio e atenção, e que decisões sobre os casos devem ocorrer ainda em setembro.
A nota afirma que “a República enfrenta um teste de integridade inédito” e que debates devem ser “livres, públicos e transparentes”.
Mendonça tirou o sigilo das investigações sobre o Master em 1º de setembro e expôs mensagens de Daniel Vorcaro para Alexandre de Moraes, pedindo que o plenário analise o conteúdo.
Fachin deu até 11 de setembro para manifestações de Mendonça, Moraes, do procurador-geral Paulo Gonet e do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues; prazo é de 5 dias úteis a partir de 3 de setembro.
Moraes incluiu Mendonça no inquérito das fake news em 3 de setembro; Fachin retirou Mendonça do inquérito em 4 de setembro e deu 5 dias úteis ao procurador-geral para se manifestar.
A CNI advertiu que sucessivas crises podem minar a confiança da população nos poderes públicos e pediu que questões políticas ou eleitorais não travem o desenvolvimento.
1º de setembro — Mendonça tirou sigilo e expôs mensagens.
3 de setembro — Moraes incluiu Mendonça no inquérito das fake news.
4 de setembro — Fachin tirou Mendonça do inquérito.
11 de setembro — prazo dado por Fachin para manifestações; 5 dias úteis a partir de 3 de setembro.
O próximo passo é a análise em plenário: parte dos casos deve ficar para depois de 14 de setembro; outro item só deve ir ao plenário depois de 22 de setembro.