Como a urna funciona: ordem dos cargos e atenção aos dígitos do Senado
A sequência começa por deputado federal e termina em presidente; digitar o número errado impede o voto ser computado.

Urna eletrônica inicia com deputado federal e encerra com presidente; o Senado vem logo após deputado federal e exige atenção aos dígitos.
O eleitor precisa digitar o número correto em cada fase; se o formato não bater, a máquina avisa e impede a continuação, o que pode anular o voto.
A tela apresenta cada etapa separada: deputado federal, em seguida lista de candidatos ao Senado, depois outras posições e, por fim, presidente da República; o eleitor deve digitar o número correspondente antes de confirmar em cada tela.
Antes de cada fase a urna mostra quantos dígitos são esperados e solicita confirmação do eleitor; se o número digitado não corresponder ao formato pedido, a máquina bloqueia o avanço.
A quantidade de dígitos varia conforme o cargo: alguns cargos exigem quatro números e outros cinco; o Senado tem número de dígitos diferente dos demais, aumentando o risco de erro.
4 dígitos — alguns cargos
5 dígitos — outros cargos
Senado — número de dígitos diferente dos demais
O Tribunal Superior Eleitoral recomenda que o eleitor confira novamente o número exibido e use a opção de teste da urna para praticar a sequência.
Campanhas de orientação nas comunidades têm divulgado o passo a passo da digitação; conferir cada campo antes de avançar ajuda a reduzir votos anulados e garante que a intenção do eleitor seja contabilizada.