Cury cobra Fachin por apuração do caso Banco Master: “Doa a quem doer”
No debate em 18/9, o candidato pediu que o presidente do STF conclua o julgamento em uma semana e defendeu reforma do Judiciário.

Augusto Cury (Avante) cobrou nesta sexta (18/9) que o presidente do STF, ministro Edson Fachin, avance na apuração do caso Banco Master: “Doa a quem doer”.
Cury afirmou esperar que, em uma semana, o julgamento seja levado às últimas consequências por Fachin e pelos membros do STF.
A declaração foi dada durante debate promovido pelo Inteligência Ltda. e pelo Metrópoles, no qual Cury falou diretamente sobre o caso e sobre a atuação do Judiciário.
O candidato propôs limitar mandatos de ministros dos tribunais superiores a oito anos, seguido da saída dos integrantes, como forma de renovar o Judiciário.
Cury pediu que Congresso — deputados federais e Senado — aprove essa reforma no Judiciário.
Ele criticou o Senado, acusou “promiscuidade” entre senadores e pessoas ligadas ao Banco Master, e disse que a Casa está “extremamente fragilizada”.
Cury citou o empresário Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, mencionou gastos com a festa de 15 anos da filha e o caso do filme Dark Horse, classificando os recursos como “dinheiro desonesto”.
18/9 — data da declaração
uma semana — prazo que Cury pediu para conclusão do julgamento
oito anos — limite de mandato proposto para ministros
15 anos — festa da filha de Daniel Vorcaro mencionada por Cury
"Doa a quem doer", disse Augusto Cury durante o debate ao cobrar Fachin pela apuração.
Cury pediu que o Congresso vote a reforma do Judiciário, como próximo passo concreto para aplicar seu modelo de mandato.