Cury diz que indicará economista para chefiar o Itamaraty se eleito
Anúncio foi feito em 2.out.2026, em protesto no STF; ele citou Paulo Guedes e Armínio Fraga como opções

Augusto Cury anunciou em 2.out.2026 que, se eleito, indicará um economista para chefiar o Ministério das Relações Exteriores.
Cury disse que pretende transformar a função em “secretário de Estado”, dando ao cargo mais poder político e contratual do que ao próprio presidente.
O candidato do Avante falou em frente ao prédio do STF, em Brasília, durante um protesto contra a TV Globo por não tê‑lo convidado para o debate da véspera, em 1º.out.2026; ele deixou de comemorar o aniversário com a família para ir à capital.
Cury citou os economistas Paulo Guedes e Armínio Fraga como exemplos para a condução econômica e disse inspirar‑se em Henry Kissinger para a política externa.
Henry Kissinger foi secretário de Estado dos EUA (1973–1977) e conselheiro de Segurança Nacional (1969–1975); ele se aproximou da China, atuou na redução de tensões da Guerra Fria e participou de negociações sobre armas nucleares em 1972.
2.out.2026 — data do anúncio em frente ao STF
1º.out.2026 — data do debate da TV Globo que motivou o protesto
4 de outubro — primeiro turno das eleições, data mencionada por Cury
“Vou chamar um grande economista para ser ministro das Relações Exteriores. Por exemplo, talvez, quem sabe, o Paulo Guedes; o Armínio Fraga”, declarou Cury em Brasília.
Cury criticou a tese do “voto útil” para o primeiro turno e afirmou que “Voto útil é tolher, asfixiar o direito de cada cidadão no dia 4 de outubro de decidir em quem vai votar”.