Cury diz que não fará 'balcão de negócios' para montar governo
Em sabatina nesta segunda-feira, 7, candidato afirma escolher ministros por competência e buscar diálogo com Congresso e STF

Em sabatina nesta segunda-feira, 7, Augusto Cury afirmou que não fará um "balcão de negócios" para montar um eventual governo.
O candidato disse que a escolha de nomes seria por critérios de competência e especialidade, que não pretende disputar reeleição e que buscaria diálogo com Câmara e Senado para formar maioria e defender um pacto entre os Poderes.
Cury citou conversas com Marcos Pereira (Republicanos), Renata Abreu (Podemos), Aécio Neves (PSDB), Paulinho da Força (Solidariedade), Ronaldo Caiado (PSD), Ratinho Júnior (PSD) e Eduardo Leite (PSD), mas negou que as menções signifiquem convite para integrar a gestão.
"Nós não vamos fazer um balcão de negócios, lotear o Brasil em hipótese alguma", afirmou Cury durante a sabatina, e repetiu: "eu não tô dizendo que eu vou chamá-los, citei alguns nomes".
O candidato disse querer montar um "time de ouro", afirmou que não pretende fazer carreira política e voltou a criticar o Supremo, defendendo que a Corte reduza o que chamou de ímpeto de legislar no lugar do Congresso.
No bloco anterior da sabatina, Cury afirmou que, se eleito, chamaria Congresso e Supremo Tribunal Federal para um "pacto nacional".