Delegacia de São Pedro funciona em prédio interditado com risco de queda
Reforma aprovada pelo Conseg há 16 anos não saiu do papel; mudança provisória foi alugada

A Delegacia de São Pedro funciona em prédio parcialmente interditado, com rachaduras, mofo, goteiras e risco de queda.
Metade do prédio está interditada, a cadeia foi desativada e pessoas presas são levadas ao 1º Distrito Policial de Piracicaba; cerca de 17 funcionários seguem trabalhando por liminar obtida no início de 2025.
O Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) aprovou a reforma há pelo menos 16 anos; o projeto custaria pouco mais de R$ 2 milhões e a Prefeitura se dispunha a pagar cerca de 40%, mas não há prazo para a obra definitiva.
Como medida provisória, foi alugado um imóvel na R. Veríssimo Prado, bairro Santa Cruz; o delegado Ayrton Correia diz que a mudança deve ocorrer em cerca de três meses e a Prefeitura se comprometeu a custear a reforma da fachada.
Dentro do prédio há mofo e goteiras; policiais puxam água com rodos em dias de chuva para proteger equipamentos e documentos.
"Lá dentro está totalmente insalubre, paredes rachadas, muito rachadas, o teto também totalmente incapaz de segurar", afirmou Rita Ricardo, representante do Conseg.
17 — número aproximado de funcionários (escrivães, investigadores e o delegado)
R$ 2 milhões — custo estimado do projeto de reforma
40% — participação prevista da Prefeitura no custo
Início de 2025 — quando o prédio chegou a ser totalmente interditado
A mudança para o imóvel alugado e a reforma paliativa da fachada são as próximas ações previstas enquanto não há calendário para a obra definitiva.