Existe uma ironia quase bíblica nessa história de Flávio Bolsonaro deixar o Brasil rumo aos Estados Unidos
Informação publicada por Revista Cult.

Existe uma ironia quase bíblica nessa história de Flávio Bolsonaro deixar o Brasil rumo aos Estados Unidos. O homem que prometia salvar a pátria parece ter descoberto que a terra prometida fica em outro país. Foram quase 60 milhões de votos e a maior oposição ao seu lado. Não bastou. Os eleitores não embarcam no jatinho. Permanecem aqui, com suas contas, seus medos, suas desesperanças e as consequências de suas escolhas. É na derrota que se conhece a grandeza de um líder. Flávio não é líder. Nunca foi. Era justamente o mais apático dos filhos. Vencia no pouco carisma somente o mais novo, que ainda é projeto, não é homem. Os Bolsonaro não respeitam a democracia quando ela não se curva à sua vontade. O pai, fujão, já havia escolhido os Estados Unidos depois de perder. Eduardo, fujão e meio, participou de articulações internacionais que ajudaram a pressionar economicamente o próprio Brasil.
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