Fachin faz balanço de um ano no CNJ e diz que instituições devem servir a população
Na sede do conselho, em Brasília, o presidente definiu prioridades: violência contra mulheres, crime organizado e atrasos previdenciários

Edson Fachin fez balanço de um ano à frente do CNJ e disse que as instituições devem servir à população.
Ele falou na sede do conselho, em Brasília, e afirmou que o CNJ precisa tirar decisões do papel para ter efeito na vida das pessoas; listou como prioridades o combate à violência contra as mulheres, ao crime organizado e à demora nos processos previdenciários.
Fachin completa um ano à frente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal; no balanço, informou que o órgão analisou 34 processos administrativos disciplinares e aplicou penalidades em 30 deles.
"As instituições não se fortalecem para si mesmas; fortalecem-se para servir. É isto que estamos fazendo", afirmou Fachin na sede do CNJ.