Fechamento de embaixadas revela guerra híbrida contra Lula, diz texto
Análises e campanhas digitais teriam criado clima de medo para reduzir votos de eleitores de Lula.

Fechamento das embaixadas dos Estados Unidos e da Austrália confirma, segundo a análise, uma guerra híbrida articulada para as eleições.
A estratégia visa elevar a abstenção entre eleitores de Lula, usando perfis segmentados nas redes sociais para espalhar mensagens alarmistas que desestimulem a ida às urnas.
Palantir e Cambridge Analytica identificam perfis de eleitores do PT nas redes sociais; a partir daí algoritmos martelam conteúdos sobre ameaças, violência e financiamento de grupos de ultradireita.
A tática inclui notícias sobre ameaças de Donald Trump, enquadramento de organizações criminosas como terroristas e advertências sobre risco de tumultos durante o período eleitoral.
Nos últimos dias, juntaram-se ao conjunto de sinais o anúncio de um pacto de países sul-americanos contra o terrorismo e encontros militares realizados no Paraguai.
O alerta que motivou o fechamento de embaixadas partiu, recentemente, de uma publicação em rede social que citava bombas.
Em 2022 houve bombas reais, tanques nas ruas, ameaças de explosão no Aeroporto de Brasília e invasão e depredação das sedes dos Três Poderes.
A estratégia, conforme a análise, deverá desdobrar novas táticas no segundo turno das eleições.