Governo planeja R$ 7,6 bi em obras hidroviárias até 2030
Carteira do MPor inclui dragagens, eclusas, terminais e estudos de concessão em múltiplos rios
O Ministério de Portos e Aeroportos projeta R$ 7,6 bilhões em investimentos hidroviários para 2027–2030.
O pacote prevê R$ 964 milhões para a ampliação do Terminal Hidroviário de Manaus, obra iniciada em abril de 2026 com prazo de três anos.
A carteira apresentada pelo ministro Tomé Franca no Fórum Nacional Brasil Export 2026 em Brasília inclui dragagens, retirada de rochas, modernização de eclusas e construção e recuperação de terminais.
Também há intervenções previstas no Pedral do Lourenço, no Rio Tocantins, e em instalações portuárias de pequeno porte na Região Norte.
O governo estuda concessões nos rios Paraguai, Madeira, São Francisco e Tocantins, além da Lagoa Mirim; o Sistema Aquaviário do Rio Grande do Sul, com duas audiências públicas, pode ser a primeira concessão.
Franca afirmou que a primeira concessão hidroviária "trará ganhos sociais, ganhos ambientais e ganhos logísticos com a redução do Custo Brasil" durante sua apresentação.
R$ 7,6 bilhões — investimento total previsto entre 2027 e 2030
R$ 964 milhões — recurso previsto para o Terminal Hidroviário de Manaus (Manaus Moderna)
R$ 389 milhões → R$ 529 milhões → R$ 642 milhões — aportes públicos em hidrovias em 2024, 2025 e previsão para 2026
R$ 1,7 bilhão — executado entre 2023 e setembro de 2026
O próximo passo é avançar estudos de concessão e negociar contratos no Sistema Aquaviário do Rio Grande do Sul e nos rios listados.