Haddad diz que esquerda demorou a priorizar segurança e quer ser cobrado
Candidato ao governo de São Paulo afirma nesta quarta (16/9) que implementará metas auditáveis para a área.

Fernando Haddad (PT) afirmou que a esquerda demorou a tratar a segurança pública como prioridade e quer ser cobrado pelos resultados se for eleito.
A campanha do candidato vai estabelecer metas de segurança que a população poderá acompanhar e auditar.
Haddad, candidato ao governo de São Paulo, fez a declaração nesta quarta (16/9) durante participação em podcast apresentado por Maurício Meirelles; disse que “demorou um tempo para assumir responsabilidades”.
O petista afirmou que, se 60% da população quer solução para a segurança, ele não vai recusar o desafio; usou essa proporção como argumento para assumir a pauta.
A segurança já aparece como um dos eixos centrais da campanha de Haddad ao Palácio dos Bandeirantes; ele também criticou partidos e políticos de direita, afirmando que “a direita está surfando num slogan que não entrega” e citou o Rio de Janeiro como exemplo.
60% — parcela da população que, segundo Haddad, pede solução para a segurança.
“Eu quero ser cobrado, quero ser responsabilizado pelo resultado”, afirmou Haddad durante o podcast.