Kalil admite erro ao deixar BH para disputar governo de Minas em 2022
O ex-prefeito do PDT disse que também errou ao aliar-se a Lula e recusou nova parceria do PT para o pleito atual

Em sabatina, Alexandre Kalil admitiu ter errado ao deixar a prefeitura de Belo Horizonte para disputar o governo de Minas em 2022.
O PT ofereceu nova aliança para o pleito atual, mas Kalil afirmou que recusou a parceria.
Kalil, candidato ao governo pelo PDT, disse que perdeu a eleição de 2022 para Romeu Zema, do Novo, e que firmar aliança com Lula foi erro de avaliação.
Questionado sobre um jantar em BH do qual não participou, Kalil chamou o encontro de “evento social” na casa de Walfrido dos Mares Guia e ironizou: "se eu soubesse que era a 'Santa Ceia', eu teria ido." Ele comparou o afastamento com Lula a uma "briga de amigos".
Kalil criticou a proposta de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, dizendo que terrorismo tem motivação ideológica e essas facções buscam lucro; ele citou osama bin laden para ilustrar a distinção.
Kalil afirmou que, se vencer o Governo de Minas e o candidato de sua chapa ao Senado, Aécio Neves, perder, Aécio não ocuparia cargo no Executivo mineiro.
O candidato à reeleição Mateus Simões, do PSD, participou da sabatina; Cleitinho Azevedo, do Republicanos, e Patrus Ananias, do PT, não participaram, alegando conflito de agenda.