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Kiko Caputo promete abrir duas estações do Metrô-DF em 100 dias

O candidato do Novo diz que 104 Sul e Hran estão prontas e que a abertura vai melhorar acesso a delegacia e empresas locais

Redação POLITICA.SP16 de set. de 2026 · 16h040 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Kiko Caputo promete abrir duas estações do Metrô-DF em 100 dias
Reprodução: www.metropoles.com

Kiko Caputo prometeu entregar em 100 dias, se eleito governador, duas novas estações do Metrô-DF.

Ele citou a Estação 104 Sul, que dará acesso à Delegacia da Mulher, e a estação junto ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran), que, segundo o candidato, "já está pronta e só falta o revestimento".

As declarações foram dadas durante sabatina da Associação Brasiliense de Construtores nesta quarta-feira (16/9); Caputo afirmou que "se a gente só abrir a do Hran, já vai atender todas as empresas nos setores Bancário, Comercial, Hospitalar, Hoteleiro e Autarquia Norte".

O candidato lembrou que, embora não exista estação na Asa Norte, os trilhos chegam ao Setor Comercial Norte; o túnel do metrô termina a 490 metros da Estação Central, na Rodoviária do Plano Piloto, e os trens usam o local como manobra de retorno.

No transporte, Caputo também propôs construir um anel viário para carga e implantar linhas de BRT para Saída Norte e Saída Leste.

Sobre obras públicas, ele se comprometeu a dar continuidade e aumentar a eficiência: "Se é verdade que nos outros estados falta dinheiro, aqui sobra dinheiro", disse, propondo medição da efetividade de programas e políticas públicas.

Questionado sobre ocupação ilegal, afirmou que o problema é rotina em Brasília, propôs unir tecnologia ao trabalho policial e declarou que "ocupação irregular é caso de polícia" e que a cidade virou "a capital mundial da regularização".

Na administração, prometeu priorizar servidores concursados para cargos de direção das empresas públicas e chamou cargos comissionados de "loteamento eleitoreiro".

Para reduzir judicialização, defendeu criar uma mesa de negociação vinculada ao gabinete da Governadoria e controlada pela Procuradoria-Geral do DF, argumentando que "só quem ganha com judicialização é o advogado" e que o governo precisa resolver problemas assim que surgirem.