Michelle nega acordo para deixar o Senado e diz que seguirá mandato se eleita
Em comunicado nesta quarta (16), candidata ao Senado afirma que candidatura veio de Jair Bolsonaro e reclama limitações de campanha por decisões do STF

Michelle Bolsonaro (PL-DF) negou nesta quarta (16) qualquer acordo para deixar o Senado e assumir cargo no governo se eleita.
Ela afirmou que, se receber a confiança dos eleitores, exercerá o mandato no Senado.
Michelle respondeu às declarações de Sebastião Coelho publicadas em entrevista no Instagram, dizendo ter recebido as declarações com surpresa e buscando desfazer informações que, segundo ela, geram divisão.
A candidata afirmou que sua candidatura e a de Bia Kicis são fruto da vontade de Jair Bolsonaro, que chama as duas de "a chapa do seu coração".
Michelle disse que a escolha do seu primeiro suplente partiu de Jair Bolsonaro e que a definição da segunda suplência foi discutida estrategicamente com ele.
Ela classificou como "falsa" a hipótese de acordo para deixar o Senado e assumir outra função no governo.
Michelle relatou limitações de campanha por decisões do STF e afirmou ser atualmente a única pessoa autorizada a cuidar do marido, acompanhando alimentação, medicamentos e tratamento.
A candidata afirmou que essas responsabilidades reduzem seu tempo disponível e restringem seus deslocamentos durante a campanha.
No comunicado final, Michelle disse que levará uma mensagem de alegria e esperança, trabalhará pelos mais vulneráveis, defenderá o cumprimento da Constituição e das leis e buscará segurança jurídica e equilíbrio entre os Poderes.